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    Restaurante de Curitiba serve ostras de diferentes procedências do Brasil

    As ostras são escolhidas a dedo por Claudia Krauspenhar, chef à frente do K.sa, que inova e passa a oferecer um Oyster Bar uma vez ao mês

    Bar de ostras acontece, normalmente, no último sábado do mês
    Bar de ostras acontece, normalmente, no último sábado do mês Caroline Grimm

    Caroline Grimmcolaboração para o Viagem & Gastronomia

    Curitiba

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    A chef Claudia Krauspenhar, que sempre foi apaixonada por ostras, decidiu levar ao K.sa Restaurante uma experiência única em Curitiba: o Oyster Bar, que acontece uma vez ao mês, normalmente no último sábado do mês.

    Durante o evento é possível degustar entre 4 e 5 variedades de ostras, que a chef faz questão de ir buscar pessoalmente, para que o comensal possa perceber suas diferenças, e, assim, escolher as suas preferidas.

    Cada espécie de ostra tem suas próprias características, e o ambiente em que vivem também imprime nuances de sabor. Como a própria chef diz, uma pessoa que não gostou do molusco ao experimentá-lo pela primeira vez, pode gostar de uma ostra de outra espécie ou de outra procedência.

     

    Porção de degustação de ostras / Caroline Grimm

    O cliente pode escolher entre as ostras in natura (R$ 55 a R$ 75 por doze unidades); Ostra Cultivo SC; Ostra Nativa SC; Ostra Nativa Guaratuba PR; Ostra Mangue Vila Medeiros PR; e Ostra Cananéia SP.

    As ostras nativas têm um formato mais arredondado, concha mais robusta e carne menor. Concentra mais sabor e são mais indicadas para o consumo in natura. Já a Ostra Nativa de Ribeirão da Ilha, em SC, foi eleita a minha favorita.

    Porção de ostras gratinadas ao creme de raiz forte / Caroline Grimm

    A ostra de cultivo de SC tem a concha mais ondulada e alongada. Sua carne costuma ser maior e, por isso, é ótima para ser servida na brasa, gratinada ou ao bafo.

    As de Vila Medeiros, no litoral norte do Paraná, e as de Cananéia, em São Paulo, têm características parecidas, pois ambas são cultivadas em mangue, o que as deixa mais escuras e confere a elas um sabor metálico.

    Está em dúvida em qual das ostras escolher? Não tem problema – você pode pedir uma degustação de todos os tipos disponíveis, pelo valor de R$ 39.

    Apesar de os amantes de ostras normalmente preferirem o produto in natura, não faltam outras opções deliciosas de preparo, como a Ostra Gratinada ao Creme de Raiz Forte (R$ 69 – a dúzia), Gratinada com Manteiga de Ervas (R$ 69 – a dúzia), Ostra Empanada com Aiöli de Wasabi (R$ 65 – a dúzia) e Ostra ao Bafo com Vinagrete (R$ 65 – a dúzia).

    Moules et Frites / Caroline Grimm

    Das churrasqueiras também saem pratos como o Moules et Frites (R$ 59), o Camarão na Brasa com Legumes (R$ 67), o Polvo na Brasa com Batatas Baby, Páprica e Aiöli (R$ 89) e o Especial do Mar K.sa (R$ 189), que traz camarão rosa, polvo, lula, mariscos e vieiras.

    De fora das churrasqueiras, as opções variam entre a Linguiça de Porco Moura feita na K.sa com Vinagrete e Farofa (R$ 47), o cremosíssimo Croquete de Siri com Creme de Limão Cravo (R$ 49) e o absolutamente imperdível Spaghetti Alle Vôngole (R$ 65), que competiu com as ostras pelo posto de meu favorito do dia.

    Spaghetti alle Vongole / Caroline Grimm

    Para os formiguinhas de plantão há sobremesas comedidas, como o brigadeiro (R$ 5), e outras desmedidas, como o crème brûlée de doce de leite e fava tonka (R$ 39) e o semifredo de chocolate belga (R$ 39).

    E, como nada combina melhor com ostras do que champanhe, os clientes que chegam ao evento são recepcionados com uma taça da icônica Moët & Chandon. No dia do Oyster Bar a garrafa de Moët & Chandon, que consta na carta de vinhos por R$ 560, é vendida a R$ 480.

    A chef Claudia Krauspenhar no comando do Oyster Bar / Caroline Grimm

    Tudo isso ainda não te convenceu a ir conhecer o Oyster Bar do K.sa Restaurante? Então vá pelo ambiente delicioso e clima incrível. O evento acontece na varanda do restaurante, que tem uma cobertura de vidro para os dias chuvosos, e charmosíssimas parreiras emoldurando o teto. Há música ao vivo tocando a tarde inteira e nem percebemos a noite chegar.

    Como a chef Claudia Krauspenhar gosta de dizer: “O Oyster Bar tem hora para começar, mas não tem hora para terminar”.

    Rua Fernando Simas, 260 – Batel, Curitiba – PR / Telefone: (41) 3225 3444 / Aberto de terça a sábado das 18h às 23h e no último sábado do mês a partir das 12h para o Oyster Bar. Reservas somente pelo telefone.

    Sobre Caroline Grimm

    A criadora de conteúdo gastronômico Caroline Grimm/ Arquivo pessoal
    Curitibana, médica de formação e gastrônoma de coração, Caroline Grimm também é criadora de conteúdo e acumula milhares de seguidores nas redes sociais. Como ela mesma descreve, vive para cozinhar, comer, beber e viajar – não necessariamente nesta ordem, mas sempre em busca das melhores experiências.

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