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    Restaurante Bazzar, no Rio, muda de endereço, foca nos vinhos e inova no paladar

    Depois de mais de duas décadas na rua Barão da Torre, o restaurante ressurgiu em novo endereço e agora é o Bazzar à Vins

    Uma entrada irresistível da casa combina purê de feijão-verde, ovo caipira e um inspirado creme do queijo maturado Piá Pé do Morro, de Cabreúva
    Uma entrada irresistível da casa combina purê de feijão-verde, ovo caipira e um inspirado creme do queijo maturado Piá Pé do Morro, de Cabreúva Rodrigo Azevedo

    Fabio Wrightcolaboração para o Viagem & Gastronomia

    Rio de Janeiro

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    Um dos mais longevos restaurantes contemporâneos do Rio de Janeiro, o Bazzar mudou – e para melhor. A casa não só ganhou uma nova sede em Ipanema como está conceitualmente diferente, com atmosfera mais jovial e mais foco nos vinhos em taça e em jarra. Chama-se agora Bazzar à Vins.

    Inaugurado há mais de duas décadas pela restauratrice Cristiana Beltrão (irmã da apresentadora Maria Beltrão), o Bazzar deixou no início em janeiro o endereço que ocupava na rua Barão da Torre.

    No início de abril, ressurgiu em um charmoso sobrado da década de 1930, na badalada rua Garcia D’Ávila, a “Oscar Freire” dos cariocas.

    Como o imóvel é tombado, os recortados ambientes foram transformados em charmosos cantinhos, com salões e varandas (uma delas ao ar livre).

    Ambiente do Bazzar à Vins / Rodrigo Azevedo

    Produtos brasileiros de pequenos produtores iluminam o menu de entradinhas e pratos principais assinado pelo chef Damien Montecer.

    A cozinha causou ótima impressão. Entre as receitas dispostas a surpreender estão o peixe do dia assado regado por um complexo molho de fígado de galinha (R$ 63) e a carne crua (R$ 72) – cortada em cubinhos maiores que a de um steak tartar clássico -, acompanhado de alcaparras desidratadas e equilibrado molho de anchovas.

    Carne Cruda acompanhado de alcaparras desidratadas e equilibrado molho de anchovas / Rodrigo Azevedo

    Uma entrada irresistível combina purê de feijão-verde, ovo caipira e um inspirado creme do queijo maturado Piá Pé do Morro, de Cabreúva (SP).

    Também brilhou a coxa de pato assada em lenta cocção (R$ 110), servida com um delicado molho caramelizado de laranja. Completam o prato purê de cenoura, tiras de cenoura e pó de cenoura desidratada.

    Coxa de pato assada em lenta cocção  / Fabio Wright

    A cada estação, cerca de 30 rótulos de vinho (dos 150 rótulos que compõem a carta) são escolhidos para serem servidos também em taça de 150 mililitros ou pichet de 250 mililitros. Na atual seleção estão presentes, por exemplo, o branco orgânico uruguaio Estival 2020 (R$ 51 a taça; R$ 80 a jarra), elaborado pelo produtor Pablo Fallabrino com um blend de gewurztraminer, chardonnay e moscato branco, e o tinto chileno Cota 500 safra 2018 (R$ 77 a taça; R$ 121 a jarra), da vinícola Andes Plateau.

    Rua Garcia D’Ávila, 118, Ipanema, Rio de Janeiro / WhatsApp: (21) 99386-8785 / Horário de funcionamento: terça a quinta, das 12h às 23h, sexta e sábado, das 12h à 0h, domingo, das 12h às 18h. Não abre às segundas-feiras. Confira o menu completo no site.


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