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Uma homenagem ao estrelado chef francês Joël Robuchon

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Referência na gastronomia mundial e detentor de 32 estrelas no Guia Michelin, chef entra para a história da culinária francesa defendendo a simplicidade das receitas como segredo para seu sabor excepcional

 

Joel Robuchon (Foto: divulgação)

O universo da gastronomia amanheceu sem uma de suas maiores estrelas. O francês Joël Robuchon, famoso por suas 32 estrelas no Guia Michelin, morreu aos 73 anos em consequência de um câncer nesta segunda-feira, dia 6, em Genebra, na Suíça, segundo sua assessoria de imprensa.

O chef, que nasceu em 1945 na cidade de Poitiers, na França, era uma das grandes celebridades da gastronomia, estava à frente de quase 30 estabelecimentos espalhados ao redor do mundo e recebeu vários reconhecimentos ao longo da sua carreira, como o título de melhor cozinheiro do século pelo renomado guia Gault & Millau, em 1990, e um de seus restaurante, o que leva seu nome, foi considerado o melhor do mundo pelo jornal International Herald Tribune. Sua especialidade? Purê de batata. A receita que consiste em batatas cozidas com casca, muita manteiga e nada de mixer foi uma das responsáveis por levar o chef ao estrelato gastronômico.  Ao lado desse prato, outros se destacam nas mãos do mestre: geleia de caviar com creme de couve-flor e o gratin de macaron com trufas, aipo e foie gras.

Em entrevista ao site Business Insider, Robuchon revelou um pouco de sua personalidade e olhar sobre a cozinha. Ele diz: “Quanto mais velho fico, mais percebo que a verdade é: quanto mais simples é a comida, mais excepcional pode ser.”

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