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Além da pizza, dos bons drinques e muito jazz, Picco agora tem bar de ostras

Uma das casas preferidas dos bartenders em São Paulo agora serve ostras e vieiras frescas, todas as quartas-feiras

O movimento no Picco, em São Paulo
O movimento no Picco, em São Paulo Divulgação

Thayana Nunesda CNN

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O Picco agora tem noites regadas às melhores ostras da pauliceia. O bar e pizzaria, que funciona há 5 anos em uma portinha na rua Lisboa, em São Paulo, está servindo ostras e vieiras frescas da turma do Yeah!Manjah, que leva para a cidade frutos do mar vindos direto do litoral sul de São Paulo.

As iguarias ganham destaque às quartas-feiras durante as noites regadas também à muito drinque e jazz. Para quem não conhece o Picco, o bar é um dos points paulistanos para ouvir música boa e provar os melhores coquetéis da capital – e quem diz isso são os próprios bartenders.

O Picco é figura certa entre os profissionais da coquetelaria na coluna do CNN Viagem & Gastronomia, Onde os Bartenders bebem?, que entrega – assim, de mão beijada – os lugares frequentados por essa turma.

Quem já indicou por aqui? Michel Felício, do Bottega21, Adriana Pino, do Flora Bar, entre tantos outros. Para conquistar os bartenders de outras casas, a filosofia dos cinco sócios é a troca de experiências.

“É algo construído ao longo dos anos, sempre visitamos outros bares, participamos de eventos de coquetelaria, e fomos criando um relacionamento. Acreditamos nessa troca. Nunca pensamos em concorrência”, diz um dos sócios, Luis Siciliano.

Old Fashion à base de rum com tequila – não está na carta, mas é só pedir/ Divulgação

O clima é bem esse no Picco, de que todos são bem-vindos – e de que sempre cabe mais um. A casa é pequena, nos fundos, um pátio aberto é dos mais concorridos e mesmo a calçada garante a diversão de quem frequenta o lugar.

Você é servido ali mesmo – se tiver sorte dá até para comer dentro da Kombi, que virou uma espécie de parklet ou mesa privé nos dias mais concorridos ou durante as apresentações de trios de jazz, nas discotecagem com música brasileira e o que der na telha dos sócios – todos jovens, na “faixa dos 30 anos”, como conta Luis.

Pizza Zucchini e o drinque daiquiri/ Tales Hidequi/Divulgação

As pizzas napolitanas não servem apenas para acompanhar os bons drinques, que fique claro. Sempre protagonistas, os sabores vão desde os mais tradicionais, como a zucchini (abobrinha italiana gratinada com queijo grana padano, R$ 50), e a picco (calabreza apimentada, queijo caccio cavalo em pedaços, R$ 58). A massa é de fermentação natural, bem fininha, com bordas grossas e recheio na medida.

Resultado da consultoria certeira do pai do bartender e sócio Lula Mascella, Luiz Antonio Massela, que já teve uma pizzaria de sucesso durante 18 anos na Vila Leopoldina e hoje é consultor gastronômico.

A carta de drinques é grande e para conseguir se decidir – pelo menos pelo primeiro – a boa é conversar com os simpáticos garçons da casa. Algo mais leve? O basilico attivo entrega o que é pedido (rye whiskey, blended scotch, limão siciliano e manjericão, R$ 35) ou escolha o clássico old fashioned (R$ 35), que nunca tem erro.

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